Mel

6 meses de Mel cá em casa

Não se deixem enganar por este ar meloso. Longe disso, esta menina é uma peça, raça da gata 😰 Só para terem noção, esta foto foi tirada no dia em que cheguei a casa com uns ténis novos dentro do saco e a sacana foi afinfar-lhes as unhas!! Ia-me dando uma coisinha má 😱😱😱 Ralhei com a bicha, mas era eu a falar e ela a olhar para mim com este ar de coitadinha que eu desisti e tirei uma foto 😂

O Senhor me dê muita paciência para lidar com esta filha que me saiu na rifa. Ainda não a castrámos, portanto imaginem o forrobodó que não é aqui em casa quando ela está com o cio. Já vamos na segunda ronda e isto só piora 😥 É um miar que não se aguenta, é um roça roça no chão, nas paredes, nos móveis… Jasus, a gata parece louca, anda uma oferecida 😂

À parte ser uma destruidora, de brincar com aquilo que não deve e de miar desalmadamente para lhe darmos fiambre, cá por casa adoramos esta miúda 😻

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Mel

Mel

A Mel chegou cá a casa há pouco mais de uma semana. Já andávamos a preparar a sua chegada há algum tempo: comprámos a cama para ela dormir, a comida adequada a gatos bebés, a caixa de areia toda xpto – daquelas com tampa – e alguns brinquedos. Mas vieram as férias e como já tínhamos o hotel marcado não fazia sentido ir buscá-la para depois ficar cá em casa sozinha. Por isso aproveitou mais uns dias na brincadeira com os manos até chegarmos de viagem.

Nunca gostei de gatos, sabe Deus o quanto me enervavam. Aquele modo sorrateiro de se aproximarem e os arranhões que nos deixam eram coisa para nunca ter vivido com gatos. Tive o meu cão durante 11 anos e depois fiz uma pausa nos animais.

Mas acabei por vir viver para uma terra no Norte onde todas as pessoas parecem ter gatos. Lá vejo um cão de vez em quando e todos os dias levo com o bom humor do Scott, o labrador aqui da frente, mas esta terra pertence aos gatos. Por isso quando a minha sogra nos disse que a gata estava prenha, o meu homem lá me convenceu a ficarmos com um dos bebés.

E foi assim que escolhemos a Mel. Vá, verdade seja dita pensámos primeiro no nome e só depois na gatinha a quem o nome fizesse sentido. Mas a Mel deu logo nas vistas pelo seu lado tímido de cada vez que a íamos ver, pelos seus olhinhos verdes e por ser a única que miava de cada vez que pegávamos num gatinho. Era única e especial, pequenina e carente, e eu sabia que tinha de ser ela a escolhida.

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